Viajando com o olho na previsão do tempo

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Além da clássica “que roupas vocês vão levar?”, sempre ouvimos algo como “mas e chuva?”, ou “vai dar pra ir pra praia?” :-) assim, uma das nossas primeiras decisões em relação a onde ir foi quando ir.

Bilhetes de viagem RTW em geral obrigam que você viaje somente em um sentido, contra ou no sentido da rotação do planeta, pra baratear custos. Se isso já faz parte da viagem, falta pouco pra se chegar a conclusão de que você consegue, com algum plajemento de datas e geografia, acompanhar as estações do ano que quiser sem se preocupar, por exemplo, com temporais ou frio. Isso impactará mais pra frente na sua decisão sobre tamanho de mochila e o que levar, naturalmente. Quanto menor a variação climática, menos necessidades de tranqueiras pra carregar.

Johns Weather Forecasting Stone at Porthallow
Nossa RTW vai seguir o calor basicamente, mas não no pico do verão. Se fôssemos no meio do verão dos lugares acabaríamos gastando demais por todo mundo que vai em um lugar turístico querer ir no verão. A idéia é ir antes do verão, no final da primavera: manhãs frescas, meio-dia com sol e calor, noites com vento. Claro, isso na teoria.

Sugestão: faça como nós e pesquisa a lista de todas as cidades por onde pretende passar e faça um levantamento das temperaturas máximas, mínimas, médias, índice pluviométrico e quantidade média de dias com chuva no período em que ficará neles. Usamos como base de dados o http://worldweather.wmo.int. Vale. Muito. A. Pena. Acredite.

Com as informações do site a Dani montou uma planilha dinâmica na qual botávamos datas e, segundo limites que pedíamos entre clima bom e ruim, ela dava temperaturas mínimas e máximas pro período, bem como quantidade de dias no mês em que choveria e a quantidade de chuva média. Melhor que isso impossível!

temperaturas
Se não tivéssemos feito isso, provavelmente pegaríamos as monções no Nepal, e ficaríamos ilhados numa trilha, ou o pico do verão europeu, e ficaríamos bem descapitalizados se posso dizer assim, veríamos praias com chuva todo dia na Tailândia, perdendo parte do tesão da viagem.

Enfim, acho que deu pra sacar a idéia geral :-)

Cape Town, e a viagem mal começou!

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cidade

Chegamos em Cape Town de trem, vindos de Johannesburgo, e o choque foi inevitável logo no desembarque, com a estação grande, limpa, segura e bem sinalizada. Mesmo assim, acostumados com os olhares tortos e pouco amigáveis do povo de Johannesburgo, andávamos pela estação praticamente agarrados com nossas mochilas e procurando não chamar muita atenção (é horrível essa sensação de “desculpa por estar aqui” que sentíamos lá em JNB). Saindo da estação, uma menina simpática apontou para as tatuagens na perna do Caio e fez algum comentário sorrindo… o que chamou a atenção dela foram as tatuagens, e não o casal branco com cara de turista. É, não estávamos mais em Johannesburgo!

A nossa recepção e estadia em Cape Town não poderia ter sido melhor! Preciso dizer que tiramos a sorte grande com o casal que nos hospedou via couchsurfing. Os conhecemos rapidamente em um jantar há alguns anos atrás, em uma visita deles ao Brasil através do nosso amigo Felipe, e quando comentamos que estavamos indo a Cape Town eles gentilmente nos convidaram para ficar na casa deles.

E que dias bons passamos com Kapil, Pravanya, Diego (o cão) e Cooper (o gato)! No sábado da nossa chegada, fomos com eles à um Braai (o churrasco deles) com os amigos, que também nos acompanharam no dia seguinte em um wine tour pelas vinículas da região para fazer degustação de vinhos. No final de semana seguinte, fomos assistir a um jogo de Rugby entre dois times grandes da África do Sul, Stormers x Sharks. Eles nos trataram como gente da família e tornaram a nossa experiência em Cape Town ainda mais inesquecível. Thank you guys! :-)

[do action=”caio”]além de termos altas experiências na cozinha, a gente cozinhou pra eles e eles pra gente, jantares round-the-world de todo tipo![/do]

kapil e pravanya

A cidade é linda em tudo: paisagens naturais, pessoas simpáticas, preço das coisas e estrutura turística. Ficamos 12 dias lá e tínhamos o que fazer em todos eles! Além do hiking nas montanhas, que falamos melhor em outro post, vale a visita no planetário (onde inclusive vimos uma apresentação sobre a Table Mountain), o South African Museum e o Two Oceans Aquarium. Vale um passeio pela Long Street, a rua descolada deles, onde fomos numa sexta num pub que teria encontro de couchsurfers (acho que era o Neighbourhood).

[do action=”caio”]o ministério das finanças e turismo adverte: 12 dias em Cape Town ainda é muito pouco e você deve ficar mais e fazer mais :-)[/do]

Para quem quiser dar um rolê geral pelas atrações da cidade, existe o ônibus turístico com duas opções de trajetos: o vermelho, que passa principamente pelo centro da cidade e leva ao cable car da Table Mountain e o azul, que faz o caminho pela península, passando por trás das montanhas e pela costa toda. Como o centro da cidade é facilmente acessível por transporte público e não tínhamos dinheiro para os dois, optamos por fazer o passeio azul. Grata surpresa! A paisagem deste caminho é sensacional.

Sensacional é pouco, o Caio ficou apaixonado pela Hout Bay, um cantinho isolado atrás da cidade com praia de areia fina, montanhas lindas, clima super calmo de praia e uma vila de pescadores perto. Parece um lugar de gente rica, mas…

O caminho do ônibus em si é bem por fora da cidade, começa no Waterfront, passa meio batido pelo centro sem dar muitas voltas (o que é prático) e vai por trás das montanhas numa área super verde, pau-a-pau com matas do Brasil. Tem o Jardim Botânico ali, mas não fomos nele, e a cada curva pela volta ao longo da costa é um “uau!” mais alto que o outro. O caminho é bem em S pelas estradas, bem legal, vale mais a pena que a linha vermelha.

[do action=”caio”]eu já mencionou que ali comi a lula mais fresca e deliciosa da minha vida?[/do]

Hout Bay

Hout Bay

Mesmo sem gastar muito dinheiro dá pra aproveitar bastante. Além das montanhas (ahhh as montanhas), tem outros passeios que realmente valem a pena fazer e são de graça: uma ida ao Waterfront, uma caminhada pelo Company’s Garden que é lindo e cheio de esquilos, uma visita ao Bo-Kaap com suas casas coloridas e da onde dá pra ouvir o canhão disparar ao meio-dia, o passeio pelo centro (a feirinha da Greenmarket Square é maravilhosa) ou as praias perto de Table View com vista para a Table Mountain. Uma caminhada pelas ruas de Cape Town nunca é uma caminhada perdida! Em uma de nossas andanças, por exemplo, acabamos encontrando a Charly’s Bakery, uma confeitaria fofinha que é super famosa… tem até reality show sobre ela, aparentemente. Vale a visita, um chocolate quente e um cupcake colorido : -)

[do action=”caio”]à propósito, as ruas de Cape Town até o escurecer são bastante seguras, ande sem medo algum que é quase outro planeta comparando com outras cidades daqui[/do]

Bo-Kaap

Bo-Kaap

Barraquinhas na Greenmarket Square

Barraquinhas na Greenmarket Square

Charly's, a confeitaria mais fofa do mundo!

Charly’s, a confeitaria mais fofa do mundo!

O transporte público foi outro fator que nos surpreendeu positivamente. O modelo deles é baseado no transporte público de Bogotá e Curitiba e foi implementado inicialmente para preparar a cidade para receber os jogos da copa de 2010, mas com o tempo novas linhas foram sendo implementadas. A linha principal corta a cidade ligando a Table View, região bem residencial onde estávamos hospedados, ao Civic Centre, bem no centrão, máximo de 15 minutos andando pra qualquer lugar. Destas duas estações principais saem os ônibus alimentadores que levam a alguns bairros, aeroporto e ao Waterfront.

O mais legal é que o sistema está crescendo de um jeito que é lindo de ver! Pela cidade inteira é possível encontrar estações ou pontos em construção em locais muito úteis (perto da Table Mountain, por exemplo, ou em Hout Bay, e em outros bairros mais distantes). Sensacional!

Uma coisa que tem em toda cidade na África do Sul ainda se mantém aqui mesmo com os ônibus, as vans, então no pior caso dá pra pegá-las pra outros lugares, ou mesmo os trens locais como o que pegamos pra ir no jogo de Rugby, num estádio que fica atrás do Devil’s Peak.

Em um ônibus articulado a caminho do Centro Cívico!

Em um ônibus articulado a caminho do Centro Cívico!

Apesar de ainda pequeno, o que mais nos impressionou foi a eficiência do transporte público, impossível não comparar com Curitiba. Os horários de chegada dos ônibus são divulgados (e respeitados!) em todos os pontos já que tudo tem GPS, as paradas são muito bem sinalizadas e os ônibus são seguros o suficiente para as pessoas usarem notebooks sem medo dentro do ônibus ou das estações.

A parte mais curiosa disso tudo é que, depois de um comentário elogiando o sistema no Facebook deles, o pessoal de marketing entrou em contato conosco para fazer uma entrevista com a gente! Eles acharam interessante um comentário vindo de um casal de Curitiba e queriam saber mais sobre as nossas impressões. Estamos famosos, gente! Hehehe. A gente espera que o sistema deles seja sustentável a longo prazo e que consigam manter esta qualidade e o preço (mais ou menos 1 dólar por viagem). Prometemos voltar futuramente para checar se está indo tudo bem :-P

Mesmo com a beleza, as atrações turísticas e toda essa estrutura, Cape Town conseguiu manter o padrão de preço de Johannesburgo. Uma refeição popular (de dia) saía em média 5 dólares por pessoa e com 7 dólares no mercado dá pra comprar pão, patê, ovos, água e bananas pra uns 3 dias (coisas básicas que compramos para nossos lanches). Uma saída pra comer e beber à noite custou uns 12 dólares por pessoa.

[do action=”caio”]…e  dá pra economizar bebendo água da torneira, que é bem boa lá ;-)[/do]

As atrações variam bastante, mas exceto pelo ônibus turístico que custou 15 dólares, o resto ficou abaixo de 10 dólares por pessoa!

Dito tudo isso, fica difícil encontrar uma coisa em que a cidade não seja boa! O Caio diz que até mesmo os engarrafamentos deles são bonitos, pois mesmo uma fila de carros parados fica incrivelmente linda com a vista das montanhas ao fundo com o sol nascendo de manhã cedo, e é verdade.

[do action=”caio”]eu teria carro em Cape Town só pra aproveitar mais a vista no engarrafamento![/do]

Acho que a única coisa meio ruim é o clima que pegamos… o sol colaborou conosco na maioria dos dias mas, gente, QUE VENTO FRIO DO CARAMBA!!! Nunca vi um lugar com vento tão frequente e tão gelado! A temperatura chegava a variar de 8 a 28 graus por causa do maldito. Até parece uma cidade que eu conheço…

[do action=”caio”]na real eu achei mais frio que Curitiba, mesmo com sol forte e calor de dia, pela sensação térmica de noite… o vento é de tremer o joelho[/do]

Deixamos a cidade com aquele apertozinho no coração de vontade de aproveitar mais, mas já era hora de seguir em frente! Não conseguimos visitar o Cabo da Boa Esperança e a Robben Island, parte por causa do clima que não contribuiu muito nos últimos dias, parte por grana. Mas que belo pretexto teremos para voltar lá, hein!

Tudo que foi falado neste post pode ser resumido em uma frase: compre uma passagem e vá para lá, vale a pena!  E, se já estivermos voltado para o Brasil, nos chame para ir junto :-) se só tivéssemos botado outras fotos e não escrito nada, já seria prova que vale a pena visitar Cape Town!

[do action=”caio”]eu tive uns dos melhores dias da minha vida lá, vai ser difícil outra cidade cativar por tanto tempo mesmo nessa viagem longa![/do]

Subindo as montanhas de Cape Town

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tablemountain

Lindonas! Da direita pra esquerda, na ordem que subimos: Lion’s Head (669m), Table Mountain (1086m) e Devil’s Peak (1000m). Essa foto delas tiramos da praia perto de Table View, uma região residencial de Cape Town. Parece que a Devil’s Peak é mais alta que a Table Mountain, mas isso é pelo ângulo da foto e porque ela tá mais na frente mesmo.

Mas vamos lá! Queríamos no mínimo subir de bondinho a Table Mountain pois sabíamos que dava e que lá no topo haviam mais trilhas pra fazer, até um reservatório de água que foi surpresa de ouvir dizer. Os amigos que fizemos na cidade disseram como eram as trilhas pra subir não uma, mas todas as montanhas, quando perguntamos se era possível.

Subimos as três no espaço de uma semana, e isso porque eu fiquei doente, gripado forte, senão daria até pra fazer uma montanha num dia e o seguinte de descanço e ainda assim não sentiria dores nem nada.

Lion’s Head

Como era a primeira pra subir, decidimos fazer tudo andando desde o nível do mar, onde fica o centro da cidade. Subimos a Long Street toda e depois a Kloof Nek, lá no alto ela se divide e pra direita se vai até a Lion’s Head, a trilha começa mesmo depois de uns metros ali. As outras montanhas não tiveram o mesmo mimo, fomos até a base delas com condução mesmo.

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Metade da trilha é moleza, tem ponto de salto de paragliding no meio e a vista é pela rota espiral, ou seja, 360° na montanha, dá pra ver o mar até perder de vista, cidade, outras montanhas, o sul do cabo etc. Animal. O trecho final de granito é meio tenso, tava ventando forte e tem trechos de subir segurando em ganchos, escadinha de metal e passagens estreitas que precisavam de mão pra se segurar. E nos falaram que era a trilha mais fácil e rápida!

DSC_3261

Sempre tinha alguém descendo ou subindo. Vimos até um velhinho e uma velhinha, em momentos diferentes, subindo CORRENDO aquela porra. Passaram pela gente e depois voltaram correndo também. Se foder! Fizemos ela em 2h lá do centro, 1h da base e depois 1h30m pra voltar pro centro.

A vista da Lion’s Head do alto pode não ser tão foda, mas a subida é incrível porque se vê de tudo. Medo de altura não combina com o trecho final dela.

Table Mountain

A belezoca da cidade. Tínhamos ido antes (ou depois?) no planetário e pudemos aprender um pouco sobre como ela foi formada, foi muito divertido. Além disso, aprendemos que ela é a única formação natural que tem sua própria constelação: Mons Mensae :-)

Eu poderia ficar horas falando sobre como essa montanha é incrivelmente linda de se ver de perto. E de longe. De qualquer lugar! O casal que nos hospedou em Cape Town havia subido ela pela rota por trás dela, bastante verde e não tão cheia de gente. Decidimos ir na humildade pela rota padrão, a garganta Platteklip. Só continuar andando além da estação do bondinho e chegará na trilha. Ela fica exatamente no meio horizontal da montanha.

O começo é íngreme mas dá pra ir sem problemas, seguindo um riacho e com sombra. Depois você sai da face da montanha e começa a subir a garganta em quase zigue-zague. Aí dói. Já estávamos na cidade há tempo suficiente pra saber que na sombra o frio é foda, então fomos subir a trilha com sol. Meio-dia. Tivemos que parar umas 2 ou 3 vezes pra água e descansar do sol forte.

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Lá do alto, olhar pra baixo pela garganta, é muito animal. Por causa da posição dela você sobe a montanha meio que “de lado” pra quem a vê, não sei explicar. Vimos crianças e muitos cachorros subindo. Dá pra subir sem problemas, ela só é terrivelmente longa sob sol, mas é ridiculamente fácil. Quase uma escadaria em alguns momentos. Subi ela descalço o tempo todo e não tive problemas nem nos trechos de rochas ou terra, nem pra andar lá no topo.

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Lá no alto encontramos um cara tocando um xilofone de madeira cuja melodia ouvíamos pela trilha. Eu ficaria um tempo ouvindo ele, mas tínhamos ainda que ir até o Maclear’s Beacon, o ponto mais alto da Table Mountain, pra dizer que subimos ela mesmo… fizemos a trilha em 2h com pausas e mais 30m até o ponto mais alto da montanha.

Devil’s Peak

Quase sairíamos de Cape Town sem “zerar” as montanhas. No fim de semana eu fiquei bem doente, com uma gripe forte, e a previsão do tempo (100% confiável e certeira) indicava chuva e nuvens pelo resto do nosso tempo lá. Obviamente subir a montanha doente não tava nos planos. Além disso, Devil’s Peak muda de tempo muito rápido, fecha geral com nuvens pesadas.

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Mas eu melhorei bem no último dia, e o dia em si por acaso melhorou também! O tempo abriu forte no final da noite e planejamos subir o Devil’s Peak logo cedo, pois pegaríamos o ônibus pra Garden Route após o almoço. Deixamos as mochilas no carro de uma amiga e fomos, pegaríamos elas na volta.

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O tempo abriu cedo mas como o sol ainda tava subindo, fizemos tudo pela sombra, congelando. Pode começar a subir ela pela Platteklip, lá no meio ela desvia pra esquerda pra Devil’s Peak, mas decidimos andar mais e subir mais íngrime mas mais perto pra não perder tempo. Siga pela rua da estação do bonde e ande. Ande muito. Bem depois da entrada pra Platteklip vai ver um recuo pra carro e uma plaquinha. É ali, a trilha começa meio que “pra trás”, então não é visível.

Achei a mais técnica de todas. A vista não é das melhores na subida. Se subiu a Table Mountain sabe que o Devil’s Peak é um ladeirão pra dentro da montanha, não pra fora. Mas… tem que subir. O trecho inicial é de degraus de pedra, que viram logo pra mato, aí vem uma série de riachos (até pelo meio da trilha) que podem estar fortes, como estavam pra gente devido as chuvas das noites anteriores. A temperatura da água é congelante, não pise nela pro seu próprio bem :-)

Lá no alto, quando chega numa ravina e acha que tá terminando, começa um trecho cheio de pedras e espinhos, foi um saco, bem desafiador eu diria. Dali dá pra ter uma vista quase didática da Platteklip, ela fica toda exposta e dá pra ver pessoas subindo ela, lá longe. A vista do alto é fenomenal. O casal que nos hospedou não tinha subido ela ainda, e garantimos que pela vista vale cada segundo! Tirando a imensidão da Table Mountain, claro, a vista da Devil’s Peak… malandro… malandro!

Se fosse botar em ordem, faria assim: por cansaço Devil’s Peak, Table Mountain e Lion’s Head; por vista de subida Lion’s Head, Table Mountain e Devil’s Peak; por topo Table Mountain e Devil’s Peak empatadas, e Lion’s Head; pela sensação de isolamento Devil’s Peak, Table Mountain e Lion’s head; pra fotos Lion’s Head, Table Mountain e Devil’s Peak.

Se (quando?) voltarmos pra Cape Town, precisamos agora fazer a trilha pra Chapman’s Peak que tem em Hout Bay, o lugar onde comi a melhor lula da minha vida, um paraíso escondido da região que dizem ser bem legal de subir.

Fim, melhor que isso acho que só no Nepal agora :-)

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